Dia do Idoso é Hoje!. A idade aumenta e os cuidados também

 

Dia do Idoso chama a atenção para a qualidade de vida nesta faixa etária

A chamada “melhor idade” segundo o calendário de datas comemorativas do Ministério da Saúde é em 27 de fevereiro e marca o zelo que se deve ter com os idosos. Tamanha preocupação é porque a qualidade de vida depois dos 65 anos é um fator importante para se manter a saúde.

A casa comum do morador idoso deve sofrer adaptações, para evitar as quedas, que são muito mais comuns do que muitos pensam. As estatísticas comprovam que 30% dos idosos saudáveis caem pelo menos uma vez por ano.

Reparem agora o que revelam as estatísticas

Os principais lugares a fazerem vítimas são o banheiro ou no trajeto do quarto até ele. 

Sendo assim, A LÓGICA E A INTELIGÊNCIA deduzem que esses cômodos merecem maior atenção.

Portanto, deve-se fazer alterações sensíveis na residência onde os idosos estão habitando.

  1. Deve-se ter uma boa iluminação, sempre deixando uma luz acesa no caminho do quarto até o banheiro – durante a noite – para evitar quedas.
  2. Deve-se ter barras de apoio ao lado do vaso sanitário, pois é muito comum o idoso cair ao se sentar ou ao se levantar do vaso sanitário.
  3. Deve-se ter barras de apoio dentro do boxe, onde ocorre o maior numero de quedas pelo escorregamento.
  4. Deve-se ter uma cadeira de banho ou banqueta de banho, simples, de plástico, com borrachas nas ponta dos pés. De preferência o idoso deve tomar banho sentado nesta cadeira ou banqueta.
  5. Deve-se abolir escadas , é muito importante, porém se não for possível, o recomendável é que tenham corrimões.
  6. Deve-se ter distribuir os móveis de forma a não atrapalhar a passagem.
  7. Deve-se abolir os tapetes, ou então, que eles sejam fixados no chão, para evitar possíveis escorregões.
  8. Deve-se adaptar a cama e o sofá a uma altura que permita apoiar bem os pés ao levantar.
  9. Deve-se usar sapatos baixos com sola de borracha e evitarr salto alto e chinelos,
  10. Deve-se CUIDAR DO IDOSO, também com cuidados como,
  11. Deve-se estabelecer uma rotina para que o idoso tenha mais qualidade de vida.
  12. Deve-se RESERVAR um tempo para banho de sol.
  13. Deve-se RESERVAR um tempo para as atividades físicas.
  14. Deve-se RESERVAR um tempo para as atividades intelectuais.
  15. Deve-se RESPEITAR o horário de tomar as medicações.
  16. Deve-se EVITAR a automedicação.
  17. Deve-se RESPEITAR o horário de tomar as refeições.
  18. Deve-se RESPEITAR o horário de beber água.
  19. Deve-se SEMPRE beber água de duas em duas horas.
  20. Por último, insistimos que prevenir é melhor que remediar. A família deve cuidar dos idosos, pois foram eles que cuidaram da família por muito tempo e com toda a dedicação!
  21. A Mil Assentos em Pinheiros SP Capital tem tudo para adaptar um banheiro para Idoso.

 

Quantos Banheiros para Cadeirante são necessários em uma Edificação?

Quantidade de banheiros adaptados necessários:

  • 1- Em Edificações Públicas: do numero total de vasos sanitários nos banheiros, devem ser destinados 5% deles para Portadores de Necessidades Especiais.
  • Atentar que se deve ter no MÍNIMO UM banheiro acessível para cada sexo, nos pavimentos onde tiver sanitário.
  • Caso seja uma adaptação de banheiros já existentes (não seja uma construção nova), deverá ter um por pavimento, onde houver ou onde a legislação obrigar a ter sanitários;
  • 2- Em Condomínios e Edificações Privados, em áreas de uso comum: do numero total de vasos sanitários nos banheiros, devem ser destinados 5% deles para Portadores de Necessidades Especiais.
  • Caso a edificação já for existente, será obrigatória uma unidade.
  • Caso a edificação passar por reforma ou ampliação, então devem ser destinados 5% do total de cada peça sanitária, sendo no MÍNIMO UM por pavimento, no pavimento que existir sanitário.
  • Em Edificações Coletivas: Caso a construção seja nova, deverá prever 5% do total das peças sanitárias, com, no MÍNIMO UM em cada pavimento, onde houver sanitário.
  • Se a edificação já for existente, deverá se destinar no MÍNIMO UMA unidade adaptada onde houver sanitários.
  • Caso a edificação passar por reforma ou ampliação, então devem ser destinados 5% do total de cada peça sanitária, sendo no MÍNIMO UM por pavimento, no pavimento que existir sanitário.
  • e
  • não
  • deixe
  • de pensar
  • que em Residencias
  • também é importante ter
  • banheiros acessíveis para
  • idosos, crianças e obesos.
  • para segurança e conforto dos
  • moradores, lembrando sempre que:
  • PREVENIR É MELHOR QUE REMEDIAR!

 

COMO ESPECIFICAR BARRAS DE APOIO PARA BANHEIROS PNE?

Quando o assunto é Banheiro Acessível – tanto públicos quanto privados – necessitam de atenção redobrada. Para que esses espaços possam ser usados com segurança, independentemente de idade, estatura ou condições físicas, uma série de materiais deve constar no projeto, com destaque para as barras de apoio.

“As Barras de Apoio devem estar sempre presente, entretanto, sua simples existência não torna o banheiro acessível. É preciso, por exemplo, cuidado com a posicionamento das Barras de Apoio respeitando as cotas de instalação, para que o espaço reservado à transferência da cadeira de rodas para o assento sanitário e vice-versa seja o mesmo estipulado pela NBR 9050 da ABNT.

Para Tanto,arquitetos e instaladores, quando forem especificar e posicionar as barras de apoio, devem consultar e atender ao especificado na Norma Oficial de Acessibilidade a edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos, elaborada pela ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas, de número NBR 9050, em vigor desde 2004, que contempla todas as informações necessárias para a correta elaboração do projeto.

 

Como Projetar Banheiros com acessibilidade para pessoas com deficiência física e idosos

O banheiro necessita atender às diferentes características das pessoas que vão utilizá-lo e isso deve ocorrer de uma forma segura e independente. O termo que define um projeto que atenda ao maior número de pessoas possíveis é o Desenho Universal, e requer considerar as habilidades ou dificuldades de utilização de um espaço pelas pessoas ao longo de toda a vida.

Considera-se, em nossa sociedade, que a privacidade seja um fator preponderante para que as funções orgânicas e de higiene pessoal possam ser efetuadas adequadamente, sendo que somente entre as crianças ainda pequenas a falta de privacidade não representa um problema. O usuário portador de deficiência não consegue, muitas vezes, entrar no ambiente em que esteja localizada a bacia sanitária, pias e chuveiro devido a dimensões inadequadas, portas com vãos estreitos e peças e metais sanitários dispostos de uma forma inacessível para uma pessoa com mobilidade reduzida.

O impacto social e psicológico que pode causar a esse usuário é grande, desestimulando a saída para outros ambientes que não podem ser utilizados com privacidade sem a ajuda de terceiros e muitas vezes tendo na própria residência a necessidade de auxílio devido às características inadequadas dos equipamentos e do ambiente. Hoje, diz-se que uma proposta arquitetônica cria ou suprime uma deficiência.

Pesquisas recentes em APO (Avaliação Pós-Ocupação) têm apontado que, apesar dos avanços em termos de normalização, legislação e interesse, ainda que isolados, de algumas escolas de arquitetura, o atendimento aos quesitos básicos de acessibilidade ou do Desenho Universal está ainda longe da incorporação cotidiana nas atividades de projetos executivos. Além disso, há casos em que se verifica uma interpretação equivocada da NBR 9050/94 resultando em projetos que, por vezes, oferecem mais barreiras que acessos.

Assim, pelas razões já expostas, o banheiro de uso residencial ou situado em espaços de uso coletivo e tal como ocorre há muitas décadas nos países desenvolvidos é um dos ambientes internos da edificação que tanto para pessoas com dificuldades permanentes quanto para aquelas com dificuldades temporárias deve ser simplesmente acessível. Daí ter procurado destacá-lo como exemplo prático neste artigo.

Por que executar um projeto detalhado de acessibilidade?
Detalhes que muitas vezes são imperceptíveis para uma pessoa que utiliza um espaço sem ter alguma dificuldade de locomoção podem se tornar impeditivos se essa pessoa estiver utilizando bengala, cadeira de rodas ou alguma prótese. Imagine uma pessoa sentada em um vaso sanitário sem poder alcançar o papel higiênico, nem levantar-se para pegá-lo. Isso ocorre inúmeras vezes, não por um desrespeito às pessoas com alguma dificuldade de locomoção, mas por falta de detalhamento no projeto e critérios na execução.

Outra necessidade é o planejamento prévio para execução da obra em locais cujos parâmetros de acessibilidade devam ser respeitados. Caso o projeto preveja paredes de gesso acartonado, é necessário deixar reforços internos, nos locais onde serão fixadas barras de apoio e transferência, para suportar o peso de uma pessoa. A localização e altura dos pontos hidráulicos e elétricos devem ser adequadas para que não se torne necessário quebrar as paredes para uma reforma posterior. A drenagem deve ser projetada para que um desnível máximo de 0,015 m (chanfrado a 45o) entre o piso do boxe do chuveiro e o restante do piso do banheiro seja suficiente. Isso reduz o risco de alguém escorregar e cair no piso molhado do boxe.

Assim sendo, serão elencados os critérios que devem ser adotados no desenvolvimento de um projeto e posterior construção de um banheiro para que atenda às necessidades de um maior número de pessoas possíveis, segundo o conceito do Desenho Universal.

Casa para idosos, exemplo e modelo de lar para Idosos.

Imóvel adaptado tem mobília com altura personalizada.
Piso é antiderrapante e banheiro é amplo, cheio de barras de apoio.

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e traumatologia transformou um asilo de São Paulo em um lugar modelo para proteger idosos de quedas. Na vila de 130 anos, onde funciona um asilo de idosas, uma casa se destaca. A tinta nova na fachada chama a atenção, mas é do lado de dentro que está o que realmente importa.

Na casa, tudo foi adaptado para as necessidades dos idosos. São modificações simples, muitas delas imperceptíveis, mas que tornam a casa mais segura para quem já não tem tanta agilidade.

As senhoras Heloísa Ludovico e Janete Brandão moram na vila. Quando souberam da novidade, foram matar a curiosidade e a poltrona fez sucesso entre elas.

A poltrona é confortável porque ela, assim como a cama, estão em uma altura ideal. “Os pés tem de estar sempre apoiados no chão. Se o pé não ficar apoiado, ele [o idoso] pode perder o equilíbrio e cair”, afirma Roseli dos Reis, do Núcleo de Ações Especiais.

Há barras de apoio em toda a casa. Os móveis têm as extremidades arredondadas e são fixos. No chão, nada de tapete: o piso é antiderrapante. O banheiro é amplo, cheio de barras e não tem box, para permitir que o idoso tome banho sentado em uma cadeira.

O vaso sanitário tem uma base que o deixa mais alto. Fica mais fácil para se sentar e se levantar.  O risco de queda é maior onde o idoso se sente mais seguro.

 

Pesquisa feita pela Associação Brasileira de Ortopedia mostra que mais da metade dos idosos internados com fraturas caiu em casa. No banheiro é onde se concentram as armadilhas.

“Entrei para tomar banho, sofro de labirintite, quando me virei para pegar o sabonete, eu cai e quebrei o fêmur”, relembra Heloísa.

Com a expectativa de vida cada vez mais longa, o gasto com a reforma pode render mais qualidade de vida na velhice. “Pensamos em mantermos as atividades físicas e intelectuais e evitarmos que certas barreiras não existam em nossas casas”, diz Claudio Santilli, presidente da Associação de Ortopedia e Traumatologia.

 

EVITE QUEDAS

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Todos os produtos e acessórios para banheiro pne, disponíveis de pronta entrega, são fabricados conforme a norma nbr 9050, dentro de todas as normativas da Anvisa e do Ministério Publico.

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6.11.2.3 No deslocamento lateral, deve ser garantido 0,60 m de espaço livre de cada um dos lados, conforme Figura 82. Na impraticabilidade da existência destes espaços livres, deve-se garantir equipamento de automação da abertura e fechamento das portas através de botoeira ou sensor, conforme 6.11.2.9 e 6.11.2.10 NOTA Esses espaços são necessários para facilitar a abertura da porta às pessoas em cadeira de rodas. 69 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT 2015 – Todos os direitos reservados Dimensões em metros 1,50 mín. 0,80 mín. 0,60 mín. 0,30 mín. 1,20 mín. Figura 81 – Deslocamento frontal Dimensões em metros 1,50 mín. 1,50 mín. 0,80 mín. 0,80 mín. 0,90 mín. 0,60 mín. 0,60 mín. 1,20 mín. 1,20 mín. Figura 82 – Deslocamento lateral 6.11.2.4 As portas, quando abertas, devem ter um vão livre, de no mínimo 0,80 m de largura e 2,10 m de altura. Em portas de duas ou mais folhas, pelo menos uma delas deve ter o vão livre de 0,80 m. As portas de elevadores devem atender ao estabelecido na ABNT NM NBR 313. O vão livre de 0,80 m deve ser garantido também no caso de portas de correr e sanfonada, onde as maçanetas impedem seu recolhimento total, conforme Figura 83. Quando instaladas em locais de prática esportiva, as portas devem ter vão livre mínimo de 1,00 m. Dimensões em metros 0,80 0,80 a) Porta de correr – Vista superior b) Porta sanfonada – Vista superior a) Porta de correr – Vista superior b) Porta sanfonada – Vista superior Figura 83 – Vãos de portas de correr e sanfonada 6.11.2.5 O mecanismo de acionamento das portas deve requerer força humana direta igual ou inferior a 36 N.

Porta de Banheiro PNE.

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6.11.2 Portas 6.11.2.1 Para a utilização das portas em sequência, é necessário um espaço de transposição com um círculo de 1,50 m de diâmetro, somado às dimensões da largura das portas (y), exemplifcado na Figura 80, além dos 0,60 m ao lado da maçaneta de cada porta, para permitir a aproximação de uma pessoa em cadeira de rodas. Dimensões em metros 0,60 0,60 y y 1,50 mín Figura 80 – Espaço para transposição de portas 6.11.2.2 No deslocamento frontal, quando as portas abrirem no sentido do deslocamento do usuário, deve existir um espaço livre de 0,30 m entre a parede e a porta, e quando abrirem no sentido oposto ao deslocamento do usuário, deve existir um espaço livre de 0,60 m, contíguo à maçaneta, conforme a Figura 81. Na impraticabilidade da existência destes espaços livres, deve-se garantir equipamento de automação da abertura e fechamento das portas através de botoeira ou sensor, conforme 6.11.2.9 e 6.11.2.10 6.11.2.3 No deslocamento lateral, deve ser garantido 0,60 m de espaço livre de cada um dos lados, conforme Figura 82. Na impraticabilidade da existência destes espaços livres, deve-se garantir equipamento de automação da abertura e fechamento das portas através de botoeira ou sensor, conforme 6.11.2.9 e 6.11.2.10 NOTA Esses espaços são necessários para facilitar a abertura da porta às pessoas em cadeira de rodas. 69 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT 2015 – Todos os direitos reservados Dimensões em metros 1,50 mín. 0,80 mín. 0,60 mín. 0,30 mín. 1,20 mín. Figura 81 – Deslocamento frontal Dimensões em metros 1,50 mín. 1,50 mín. 0,80 mín. 0,80 mín. 0,90 mín. 0,60 mín. 0,60 mín. 1,20 mín. 1,20 mín. Figura 82 – Deslocamento lateral

BANHEIRO PNE – Acionamento da válvula de descarga

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7.7.3.1 Válvula de parede O acionamento da válvula de descarga deve estar a uma altura máxima de 1,00 m, conforme Figura 111, e ser preferencialmente acionado por sensores eletrônicos ou dispositivos equivalentes. A força de acionamento deve ser inferior a 23 N. Admite-se outra localização para o acionamento com alcance manual, conforme Seção 4. Na impossibilidade de uso de válvula de descarga, recomenda-se que seja colocada caixa de descarga embutida. Para estas caixas aplicam-se os mesmos requisitos de força e altura de acionamento. Dimensões em metros 1,00 máx. a) Vista frontal b) Vista lateral esquerda a) Vista frontal b) Vista lateral esquerda Figura 111 – Altura máxima de acionamento da válvula de descarga 98 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT 2015 – Todos os direitos reservados 7.7.3.2 Mecanismo de acionamento de descarga em caixa acoplada O mecanismo de acionamento de descarga em caixa acoplada deve estar localizado dentro do alcance manual de pessoas em cadeira de rodas, conforme 4.6. O mecanismo de acionamento de descarga em caixa acoplada pode ser por alavanca, sensores eletrônicos ou dispositivos equivalentes, conforme 4.6.7.

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Fornecedora dos produtos de acessibilidade conforme nbr9050 para o maior numero de banheiros adaptados de São Paulo com seus produtos, garantindo a melhor qualidade e segurança, com nenhuma autuação pelos orgãos fiscalizadores.

 

 

Descreveremos ao longo das postagens, em capítulos a resenha completa da Norma de Acessibilidade NBR 9050 da ABNT.

 

 

Abaixo vamos descrever em capítulos a resenha completa da Norma de Acessibilidade

 7.2.4 Barras de apoio

Todas as barras de apoio utilizadas em sanitários e vestiários devem suportar a resistência a um esforço mínimo de 1,5 KN em qualquer sentido, ter diâmetro entre 3 cm e 4,5 cm, e estar firmemente fixadas em paredes ou divisórias a uma distância mínima destas de 4 cm da face interna da barra. Suas extremidades devem estar fixadas ou justapostas nas paredes ou ter desenvolvimento contínuo até o ponto de fixação com formato recurvado. Quando necessários, os suportes intermediários de fixação devem estar sob a área de empunhadura, garantindo a continuidade de deslocamento das mãos (figura 113). O comprimento e a altura de fixação são determinados em função de sua utilização, conforme 7.3.1.2, 7.3.4.4, 7.3.5.4, 7.3.6.4, 7.3.7.4 e 7.4.3.1 Quando executadas em material metálico, as barras de apoio e seus elementos de fixação e instalação devem ser de material resistente à corrosão, e com aderência, conforme ABNT NBR 10283 e ABNT NBR 11003. Dimensões em centímetros Figura 113 — Barras de apoio 7.2.5 Piso O piso dos sanitários e vestiários deve seguir as condições especificadas em 6.1.1. 7.3 Sanitários 7.3.1 Bacia sanitária 7.3.1.1 Áreas de transferência Para instalação de bacias sanitárias devem ser previstas áreas de transferência lateral, perpendicular e diagonal, conforme figura 114. A figura 115 demonstra exemplos de transferência. ABNT NBR 9050:2004 66 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados Figura 114 — Áreas de transferência para bacia sanitária Figura 115 — Exemplos de transferência para bacia sanitária

Barras de Apoio para Hospitais.

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Descreveremos ao longo das postagens, em capítulos a resenha completa da Norma de Acessibilidade NBR 9050 da ABNT.

 

 

Abaixo vamos descrever em capítulos a resenha completa da Norma de Acessibilidade

 7.2.4 Barras de apoio

Todas as barras de apoio utilizadas em sanitários e vestiários devem suportar a resistência a um esforço mínimo de 1,5 KN em qualquer sentido, ter diâmetro entre 3 cm e 4,5 cm, e estar firmemente fixadas em paredes ou divisórias a uma distância mínima destas de 4 cm da face interna da barra. Suas extremidades devem estar fixadas ou justapostas nas paredes ou ter desenvolvimento contínuo até o ponto de fixação com formato recurvado. Quando necessários, os suportes intermediários de fixação devem estar sob a área de empunhadura, garantindo a continuidade de deslocamento das mãos (figura 113). O comprimento e a altura de fixação são determinados em função de sua utilização, conforme 7.3.1.2, 7.3.4.4, 7.3.5.4, 7.3.6.4, 7.3.7.4 e 7.4.3.1 Quando executadas em material metálico, as barras de apoio e seus elementos de fixação e instalação devem ser de material resistente à corrosão, e com aderência, conforme ABNT NBR 10283 e ABNT NBR 11003. Dimensões em centímetros Figura 113 — Barras de apoio 7.2.5 Piso O piso dos sanitários e vestiários deve seguir as condições especificadas em 6.1.1. 7.3 Sanitários 7.3.1 Bacia sanitária 7.3.1.1 Áreas de transferência Para instalação de bacias sanitárias devem ser previstas áreas de transferência lateral, perpendicular e diagonal, conforme figura 114. A figura 115 demonstra exemplos de transferência. ABNT NBR 9050:2004 66 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados Figura 114 — Áreas de transferência para bacia sanitária Figura 115 — Exemplos de transferência para bacia sanitária