Barra de Apoio para Sanitário com Caixa Acoplada

A Norma da ABNT, NBR 9050 foi atualizada, pois havia impedimento de se instalar vasos sanitários com caixa acoplada, pois existia um conflito na área de fixação da barra de apoio e do reservatório. “Foram realizados diferentes testes, e ficou comprovado que é possível ter a bacia acoplada, com a barra instalada a, no mínimo, 6 cm sobre a caixa”. Já ao lado do assento tem de existir uma barra horizontal, a 75 cm de altura do piso, e outra vertical para auxiliar a pessoa a se levantar.

Mesmo assim, há impossibilidade em se atender este quesito, pois as caixas acopladas de nossos vasos sanitários são tão altas, que impossibilitam a instalação acima das caixas acopladas. Para Tanto, a Mil Assentos, desenvolveu barras de contorno das caixas acopladas, permitindo a utilização de qualquer tipo ou modelo de vaso sanitário sem limitar a acessibilidade do Usuário.

Mil Assentos atende seus usuários com profissionais especializados nas normativas da NBR 9050.

 

Bacia Sanitária para Banheiro Acessível PNE.

7.3.1.3 Altura de instalação de sanitário elevado especial para banheiro adaptado para deficientes.

È MUITO IMPORTANTE OBEDECER À NORMA NBR 9050.

As bacias sanitárias devem estar a uma altura entre 0,43 m e 0,45 m do piso acabado, medidas a partir da borda superior, sem o assento. Com o assento, esta altura deve ser de no máximo 0,46 m.

Para qualquer outros esclarecimentos podem ligar para os especialistas da Mil Assentos que estarão ao seu dispor para quaisquer dúvidas no fone 11-3032.0074 ou vá até Pinheiros SP na Av, Pedroso de Morais, 359; e veja todas estas peças montadas em exposição e como se monta um banheiro acessível adaptado para deficiente físico.

Banheiro de Cadeirante com porta sanfonada.

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Todos os produtos e acessórios para banheiro pne, disponíveis de pronta entrega, são fabricados conforme a norma nbr 9050, dentro de todas as normativas da Anvisa e do Ministério Publico.

Banheiro de Cadeirante com porta sanfonada.

6.11.2.3 No deslocamento lateral, deve ser garantido 0,60 m de espaço livre de cada um dos lados, conforme Figura 82. Na impraticabilidade da existência destes espaços livres, deve-se garantir equipamento de automação da abertura e fechamento das portas através de botoeira ou sensor, conforme 6.11.2.9 e 6.11.2.10 NOTA Esses espaços são necessários para facilitar a abertura da porta às pessoas em cadeira de rodas. 69 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT 2015 – Todos os direitos reservados Dimensões em metros 1,50 mín. 0,80 mín. 0,60 mín. 0,30 mín. 1,20 mín. Figura 81 – Deslocamento frontal Dimensões em metros 1,50 mín. 1,50 mín. 0,80 mín. 0,80 mín. 0,90 mín. 0,60 mín. 0,60 mín. 1,20 mín. 1,20 mín. Figura 82 – Deslocamento lateral 6.11.2.4 As portas, quando abertas, devem ter um vão livre, de no mínimo 0,80 m de largura e 2,10 m de altura. Em portas de duas ou mais folhas, pelo menos uma delas deve ter o vão livre de 0,80 m. As portas de elevadores devem atender ao estabelecido na ABNT NM NBR 313. O vão livre de 0,80 m deve ser garantido também no caso de portas de correr e sanfonada, onde as maçanetas impedem seu recolhimento total, conforme Figura 83. Quando instaladas em locais de prática esportiva, as portas devem ter vão livre mínimo de 1,00 m. Dimensões em metros 0,80 0,80 a) Porta de correr – Vista superior b) Porta sanfonada – Vista superior a) Porta de correr – Vista superior b) Porta sanfonada – Vista superior Figura 83 – Vãos de portas de correr e sanfonada 6.11.2.5 O mecanismo de acionamento das portas deve requerer força humana direta igual ou inferior a 36 N.

Porta de Banheiro PNE.

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6.11.2 Portas 6.11.2.1 Para a utilização das portas em sequência, é necessário um espaço de transposição com um círculo de 1,50 m de diâmetro, somado às dimensões da largura das portas (y), exemplifcado na Figura 80, além dos 0,60 m ao lado da maçaneta de cada porta, para permitir a aproximação de uma pessoa em cadeira de rodas. Dimensões em metros 0,60 0,60 y y 1,50 mín Figura 80 – Espaço para transposição de portas 6.11.2.2 No deslocamento frontal, quando as portas abrirem no sentido do deslocamento do usuário, deve existir um espaço livre de 0,30 m entre a parede e a porta, e quando abrirem no sentido oposto ao deslocamento do usuário, deve existir um espaço livre de 0,60 m, contíguo à maçaneta, conforme a Figura 81. Na impraticabilidade da existência destes espaços livres, deve-se garantir equipamento de automação da abertura e fechamento das portas através de botoeira ou sensor, conforme 6.11.2.9 e 6.11.2.10 6.11.2.3 No deslocamento lateral, deve ser garantido 0,60 m de espaço livre de cada um dos lados, conforme Figura 82. Na impraticabilidade da existência destes espaços livres, deve-se garantir equipamento de automação da abertura e fechamento das portas através de botoeira ou sensor, conforme 6.11.2.9 e 6.11.2.10 NOTA Esses espaços são necessários para facilitar a abertura da porta às pessoas em cadeira de rodas. 69 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT 2015 – Todos os direitos reservados Dimensões em metros 1,50 mín. 0,80 mín. 0,60 mín. 0,30 mín. 1,20 mín. Figura 81 – Deslocamento frontal Dimensões em metros 1,50 mín. 1,50 mín. 0,80 mín. 0,80 mín. 0,90 mín. 0,60 mín. 0,60 mín. 1,20 mín. 1,20 mín. Figura 82 – Deslocamento lateral

BANHEIRO PNE – Acionamento da válvula de descarga

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7.7.3.1 Válvula de parede O acionamento da válvula de descarga deve estar a uma altura máxima de 1,00 m, conforme Figura 111, e ser preferencialmente acionado por sensores eletrônicos ou dispositivos equivalentes. A força de acionamento deve ser inferior a 23 N. Admite-se outra localização para o acionamento com alcance manual, conforme Seção 4. Na impossibilidade de uso de válvula de descarga, recomenda-se que seja colocada caixa de descarga embutida. Para estas caixas aplicam-se os mesmos requisitos de força e altura de acionamento. Dimensões em metros 1,00 máx. a) Vista frontal b) Vista lateral esquerda a) Vista frontal b) Vista lateral esquerda Figura 111 – Altura máxima de acionamento da válvula de descarga 98 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT 2015 – Todos os direitos reservados 7.7.3.2 Mecanismo de acionamento de descarga em caixa acoplada O mecanismo de acionamento de descarga em caixa acoplada deve estar localizado dentro do alcance manual de pessoas em cadeira de rodas, conforme 4.6. O mecanismo de acionamento de descarga em caixa acoplada pode ser por alavanca, sensores eletrônicos ou dispositivos equivalentes, conforme 4.6.7.

Você que está adaptando ou vai adaptar um banheiro para PNE para cadeirante ou deficiente,

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Nossos especialistas tem soluções até para casos quase impossíveis; pois somos o maior fornecedor de produtos normatizados pela nbr9050, atendendo a maioria dos hospitais, hotéis, clínicas e restaurantes na montagem de banheiros adaptados para cadeirantes e deficientes.

 

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Seus produtos são normatizados pela NBR 9050 da ABNT que exige e fiscaliza a aplicação de produtos fabricados conforme a NBR9050.

Fornecedora dos produtos de acessibilidade conforme nbr9050 para o maior numero de banheiros adaptados de São Paulo com seus produtos, garantindo a melhor qualidade e segurança, com nenhuma autuação pelos orgãos fiscalizadores.

 

 

Descreveremos ao longo das postagens, em capítulos a resenha completa da Norma de Acessibilidade NBR 9050 da ABNT.

 

 

Abaixo vamos descrever em capítulos a resenha completa da Norma de Acessibilidade

 7.2.4 Barras de apoio

Todas as barras de apoio utilizadas em sanitários e vestiários devem suportar a resistência a um esforço mínimo de 1,5 KN em qualquer sentido, ter diâmetro entre 3 cm e 4,5 cm, e estar firmemente fixadas em paredes ou divisórias a uma distância mínima destas de 4 cm da face interna da barra. Suas extremidades devem estar fixadas ou justapostas nas paredes ou ter desenvolvimento contínuo até o ponto de fixação com formato recurvado. Quando necessários, os suportes intermediários de fixação devem estar sob a área de empunhadura, garantindo a continuidade de deslocamento das mãos (figura 113). O comprimento e a altura de fixação são determinados em função de sua utilização, conforme 7.3.1.2, 7.3.4.4, 7.3.5.4, 7.3.6.4, 7.3.7.4 e 7.4.3.1 Quando executadas em material metálico, as barras de apoio e seus elementos de fixação e instalação devem ser de material resistente à corrosão, e com aderência, conforme ABNT NBR 10283 e ABNT NBR 11003. Dimensões em centímetros Figura 113 — Barras de apoio 7.2.5 Piso O piso dos sanitários e vestiários deve seguir as condições especificadas em 6.1.1. 7.3 Sanitários 7.3.1 Bacia sanitária 7.3.1.1 Áreas de transferência Para instalação de bacias sanitárias devem ser previstas áreas de transferência lateral, perpendicular e diagonal, conforme figura 114. A figura 115 demonstra exemplos de transferência. ABNT NBR 9050:2004 66 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados Figura 114 — Áreas de transferência para bacia sanitária Figura 115 — Exemplos de transferência para bacia sanitária

Barras de Apoio para Hospitais.

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Descreveremos ao longo das postagens, em capítulos a resenha completa da Norma de Acessibilidade NBR 9050 da ABNT.

 

 

Abaixo vamos descrever em capítulos a resenha completa da Norma de Acessibilidade

 7.2.4 Barras de apoio

Todas as barras de apoio utilizadas em sanitários e vestiários devem suportar a resistência a um esforço mínimo de 1,5 KN em qualquer sentido, ter diâmetro entre 3 cm e 4,5 cm, e estar firmemente fixadas em paredes ou divisórias a uma distância mínima destas de 4 cm da face interna da barra. Suas extremidades devem estar fixadas ou justapostas nas paredes ou ter desenvolvimento contínuo até o ponto de fixação com formato recurvado. Quando necessários, os suportes intermediários de fixação devem estar sob a área de empunhadura, garantindo a continuidade de deslocamento das mãos (figura 113). O comprimento e a altura de fixação são determinados em função de sua utilização, conforme 7.3.1.2, 7.3.4.4, 7.3.5.4, 7.3.6.4, 7.3.7.4 e 7.4.3.1 Quando executadas em material metálico, as barras de apoio e seus elementos de fixação e instalação devem ser de material resistente à corrosão, e com aderência, conforme ABNT NBR 10283 e ABNT NBR 11003. Dimensões em centímetros Figura 113 — Barras de apoio 7.2.5 Piso O piso dos sanitários e vestiários deve seguir as condições especificadas em 6.1.1. 7.3 Sanitários 7.3.1 Bacia sanitária 7.3.1.1 Áreas de transferência Para instalação de bacias sanitárias devem ser previstas áreas de transferência lateral, perpendicular e diagonal, conforme figura 114. A figura 115 demonstra exemplos de transferência. ABNT NBR 9050:2004 66 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados Figura 114 — Áreas de transferência para bacia sanitária Figura 115 — Exemplos de transferência para bacia sanitária

 

Banheiro PNE / Deficientes para Restaurante

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Abaixo vamos descrever em capítulos a resenha completa da Norma de Acessibilidade da ABNT:

7.4.3.1 a 7.4.3.3. Tabela 9 – Número mínimo de sanitários acessíveis

7 Sanitários, banheiros e vestiários

7.1 Requisitos gerais

Os sanitários, banheiros e vestiários acessíveis devem obedecer aos parâmetros desta Norma quanto às quantidades mínimas necessárias, localização, dimensões dos boxes, posicionamento e características das peças, acessórios barras de apoio, comandos e características de pisos e desnível. Os espaços, peças e acessórios devem atender aos conceitos de acessibilidade, como as áreas mínimas de circulação, de transferência e de aproximação, alcance manual, empunhadura e ângulo visual, defnidos na Seção 4. 7.2

Tolerâncias dimensionais

Os valores identifcados como máximos e mínimos nesta Seção devem ser considerados absolutos, e demais dimensões devem ter tolerâncias de mais ou menos 10 mm.

7.3 Localização

7.3.1 Os sanitários, banheiros e vestiários acessíveis devem localizar-se em rotas acessíveis, próximas à circulação principal, próximas ou integradas às demais instalações sanitárias, evitando estar em locais isolados para situações de emergências ou auxílio, e devem ser devidamente sinalizados conforme Seção 5.

7.3.2 Recomenda-se que a distância máxima a ser percorrida de qualquer ponto da edifcação até o sanitário ou banheiro acessível seja de até 50 m.

7.4 Quantifcação e características

7.4.1 As instalações sanitárias acessíveis nas edifcações e espaços de uso público e coletivo devem estar distribuídas nas proporções e especifcidades construtivas estabelecidas nesta seção. 83 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT 2015 – Todos os direitos reservados

7.4.2 Os sanitários, banheiros e vestiários acessíveis devem possuir entrada independente, de modo a possibilitar que a pessoa com defciência possa utilizar a instalação sanitária acompanhada de uma pessoa do sexo oposto.

7.4.2.1 Recomenda-se, para locais de prática esportiva, terapêutica e demais usos (10.11 e 10.12), que os vestiários acessíveis excedentes sejam instalados nos banheiros coletivos, ou seja, que as peças acessíveis, como chuveiros, bacias sanitárias, lavatórios e bancos, estejam integrados aos demais.

7.4.2.2 Devem ser instalados dispositivos de sinalização de emergência em sanitários, banheiros e vestiários acessíveis, atendendo ao disposto em 5.6.4.1.

7.4.3 O número mínimo de sanitários acessíveis está defnido na Tabela 9 e em

7.4.3.1 a 7.4.3.3. Tabela 9 – Número mínimo de sanitários acessíveis

Edifcação de uso Situação da edifcação

Número mínimo de sanitários acessíveis com entradas independentes Público A ser construída 5 % do total de cada peça sanitária, com no mínimo um, para cada sexo em cada pavimento, onde houver sanitários Existente Um por pavimento, onde houver ou onde a legislação obrigar a ter sanitários Coletivo A ser construída 5 % do total de cada peça sanitária, com no mínimo um em cada pavimento, onde houver sanitário A ser ampliada ou reformada 5 % do total de cada peça sanitária, com no mínimo um em cada pavimento acessível, onde houver sanitário Existente Uma instalação sanitária, onde houver sanitários Privado áreas de uso comum A ser construída 5 % do total de cada peça sanitária, com no mínimo um, onde houver sanitários A ser ampliada ou reformada 5 % do total de cada peça sanitária, com no mínimo um por bloco Existente Um no mínimo NOTA As instalações sanitárias acessíveis que excederem a quantidade de unidades mínimas podem localizar-se na área interna dos sanitários.

7.4.3.1 Em espaços de uso público ou uso coletivo que apresentem unidades autônomas de comércio ou serviços, deve ser previsto à no mínimo um sanitário por pavimento, localizado nas áreas de uso comum do andar. Quando o calculo da porcentagem de 5 % de peças sanitárias do pavimento resultar em mais do que uma instalação sanitária ou fração, estas devem ser divididas por sexo para cada pavimento. 7.4.3.2 Em estabelecimentos como shoppings, terminais de transporte, clubes esportivos, arenas verdes (ou estádios), locais de shows e eventos ou em outros edifícios de uso público ou coletivo, com instalações permanentes ou temporárias que, dependendo da sua especifcidade ou natureza, concentrem um grande número de pessoas, independentemente de atender à quantidade mínima de 5 % de peças sanitárias acessíveis, deve também ser previsto um sanitário acessível para cada sexo junto a cada conjunto de sanitários. 84 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT 2015 – Todos os direitos reservados 7.4.3.3 Em edifcações de uso coletivo a serem ampliadas ou reformadas, com até dois pavimentos e área construída de no máximo 150 m2 por pavimento, as instalações sanitárias acessíveis podem estar localizadas em um único pavimento. 7.4.4 Recomenda-se que nos conjuntos de sanitários seja instalada uma bacia infantil para uso de pessoas com baixa estatura e de crianças. 7.4.5 Banheiros e vestiários devem ter no mínimo 5 % do total de cada peça instalada acessível, respeitada no mínimo uma de cada. Quando houver divisão por sexo, as peças devem ser consideradas separadamente para efeito de cálculo. 7.4.6 Quanto ao número mínimo de instalações sanitárias em escolas, observar o descrito em 7.4.3.

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BOLSAS FEMININAS SÃO MAIS CONTAMINADAS QUE ASSENTO DE VASO SANITÁRIO

Bolsas femininas são mais contaminadas que assento de vaso sanitárioDivulgação

Pesquisa mostrou que uma em cada cinco alças das bolsas contém bactérias suficientes para causar algum dano à saúde

Você sabia que uma bolsa feminina pode ter mais bactérias que o assento de um vaso sanitário?

A constatação foi feita por uma pesquisa realizada pelo Technical Manager at Initial Hygiene, da Inglaterra. A análise mostrou ainda que as bolsas de couro são mais propensas à contaminação. Como o material tem textura esponjosa, oferece o ambiente perfeito para a proliferação de micro-organismos. O estudo fez ainda uma revelação surpreendente: uma em cada cinco alças das bolsas contém bactérias suficientes para causar algum dano à saúde.

Segundo o biomédico Roberto Martins Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, durante o dia a dia as bolsas e mochilas acompanham seus donos nos mais diversos locais, como carros, supermercados, escritórios, shoppings, baladas, ônibus e banheiros, o que favorece a contaminação do acessório. Análises laboratoriais mostram que bolsam podem estar contaminadas por coliformes fecais (provenientes de fezes de animais e do homem), Salmonella (bactéria presente em alimentos), Staphylococcus aureus (que pode causar conjuntivite, intoxicações alimentares, septicemia, sinusite e laringite), entre outros micro-organismos.

Figueiredo explica que esses contaminantes podem permanecer nas bolsas sem causar maiores problemas à saúde. No entanto, quando há alguma queda na imunidade podem desencadear doenças que vão de diarreias, cólicas intestinais, vômitos e até complicações mais graves.

Dicas para evitar a contaminação
Não deixe a bolsa no chão; 

Evite levá-la ao banheiro. Se puder, carregue só a necessaire; 

Não coloque a bolsa em cima da pia do banheiro ou sobre a caixa de descarga. Prefira pendurá-la em um ganchinho; 

Nunca a deixe sobre a mesa onde você faz suas refeições; 

No carro, prefira guardar no porta-malas ou no banco traseiro, que é menos contaminado do que o chão; 

Procure limpá-la com pano, água e sabão, no mínimo, uma vez por semana;

Evite levar doces com embalagens abertas (balas, chicletes);

Não guarde a escova de dentes sem proteção;

Como limpar sua bolsa
Forro interno – Independente do material de que são feitas, as bolsas quase sempre têm um forro de tecido fino. Vire o forro para fora e lave delicadamente com água e sabão neutro, tentando não molhar a bolsa. Seque na sombra.

Bolsas de palha – Escove bem a bolsa para remover o pó. Depois limpe a superfície com um pano embebido em mistura de água e amoníaco ou aguá com sal. Deixe secar bem, se possível ao sol. Antes de usar, lustre com uma flanela.

Bolsas de tecido – Se a bolsa for de tecido claro, o ideal mesmo é lavar. Se não for possível, limpe a seco. Escove bem para retirar a poeira. Em seguida aplique uma pasta feita com talco e benzina pura. Passe em toda a superfície da bolsa e deixe secar. Depois, escove bem para remover a mistura seca. Bolsas de tecido escuro podem ser limpas com uma escova umedecida em álcool.

Bolsa de couro – Basta esfregar sabão neutro com uma escova úmida e macia. Em seguida remova o sabão com um pano úmido e depois hidrate o couro. Para fazer a hidratação pingue algumas gotas de óleo de amêndoas doces ou vaselina líquida em um pano úmido bem torcido, quase seco, e esfregue-o na bolsa. Deixe penetrar por uns 10 minutos e dê lustro com outro pano branco limpo e seco.

Bolsas, principalmente as de couro, guardadas por muito tempo podem apresentar bolores (causados por fungos) e ter mal cheiro. Para eliminar as manchas de mofo ou o cheiro ruim umedeça um pano limpo e seco em vinagre branco de álcool puro e passe na bolsa. Seque com um pano seco e limpo. Deixe a peça num local ventilado por uns dois dias e depois hidrate.

Para limpar as peças e enfeites de metal da sua bolsa, passe apenas uma flanela seca e produtos específicos para limpeza de metais.

 

Fonte:
http://www.jornalnovotempo.com.br/component/k2/item/17373-bolsas-femininas-sao-mais-contaminadas-que-assento-de-vaso-sanitario

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